quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Postando todos os dias

É isso aí, tow postando todos os dias, acho q eh pq tow acordando cedo, voltei a acordar as 9 da manhã, por isso tenho ficado menos na net... Tow fazendo isso pra poder regular minha alimentação, e então comer mais.

“Matérias de hj”:

Metrô reduz velocidade média em até 10%
Principal explicação é o aumento do número de passageiros no ano passado, agravando problemas no embarqueNa linha 1-azul, a velocidade média nos picos diminuiu de 30 km/h para 28 km/h; na linha 3-vermelha, foi de 39 km/h para 35 km/hA velocidade média do metrô de São Paulo caiu até 10% nos horários de pico em 2006. Quem percorre a linha 3-vermelha (Leste/Oeste) inteira passou a perder mais quatro minutos na sua viagem. Na 1-azul (Norte/Sul), três minutos.A principal explicação citada pela companhia e por especialistas é a elevação de 10% na demanda -variação anual recorde em mais de uma década.Foram 247 mil passageiros extras por dia, principalmente em razão da implantação do bilhete único integrado com os ônibus. Um ritmo semelhante de crescimento tem se repetido em 2007, podendo provocar mais impactos na velocidade.Na prática, com mais pessoas, maior é a interferência na hora do embarque -como as portas bloqueadas, situação que impede a partida dos trens.Quanto mais tempo uma composição fica na plataforma, mais atrasa a sua viagem e a da que vem em seguida também -que muitas vezes tem de diminuir sua velocidade para manter uma distância dentro da margem de segurança.O desempenho de 2006 reverteu uma tendência de crescimento na rapidez dos deslocamentos no metrô registrada havia pelo menos cinco anos.Na linha 1-azul, a velocidade média nos picos diminuiu de 30 km/h para 28 km/h. Na linha 3-vermelha, a mais saturada e que teve a principal queda, ela foi de 39 km/h para 35 km/h -menor patamar desde 2002.A expansão dos usuários no metrô foi incentivada pelo bilhete único integrado com os ônibus, devido ao desconto para quem usa os dois sistemas.Hoje, a tarifa integrada custa R$ 3,50, 24% de redução em relação aos preços unitários (de R$ 2,30) de quem faz uma viagem de metrô e uma de ônibus.

O especialista em transporte e professor da USP Jaime Waisman avalia que a idade da frota do metrô -há trens com mais de três décadas- também favorece velocidades menores.Os antigos necessitam de reparos mais freqüentes e os modos de aceleração e frenagem às vezes têm padrões inferiores.A queda na velocidade é só um dos indicadores de qualidade do metrô paulista que viraram motivo de preocupação com a explosão da demanda.A ela se soma a superlotação (que, na linha 3-vermelha, às vezes atinge 8 passageiros por metro quadrado, contra um limite aceitável de 6) e os próprios intervalos entre os trens.O tempo entre cada composição em 2006 teve aumento significativo na linha 2-verde (ramal Paulista) nos picos da tarde -de 158 segundos para 167. Nas demais, as variações para cima ou para baixo foram pequenas.O Metrô cita a inauguração de duas novas estações (Imigrantes e Chácara Klabin) na linha 2, sem a compra de mais trens, para esse resultado.A estudante de jornalismo Camila Zanetti, 23, é crítica ferrenha da condição dos serviços."O metrô já foi muito melhor. Os trens não têm um padrão, às vezes demoram 15 segundos, às vezes cinco minutos. A Sé é uma tragédia, uma situação de guerra, as pessoas se espremendo como animais", diz.Apesar das preocupações com a qualidade, a expansão da demanda no metrô é bem recebida por especialistas -tanto pelo desconto dado aos usuários na integração como porque ele segue com alto índice de aprovação nos serviços.Mesmo em queda, a velocidade média de 28 km/h na linha 1-azul supera a de corredores de ônibus -20 km/h- e a dos automóveis em vias como a Faria Lima, onde já beirou 10 km/h."O metrô já era um dos mais carregados do mundo e aumentou ainda mais. O conforto diminuiu, mas, pelos passageiros que foram beneficiados, foi uma vantagem. O que falta é ampliar as linhas, ter mais trens, espalhar a demanda", afirma Emiliano Stanislau Affonso, da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô.


Fonte: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=20860434&tid=2527692771726618518

Tudo q ta aí eh obvio.

Curioso q ateh hj eu ainda num usei, propositalmente, a integração de 3,50 do metrô+bus. Ainda prefiro economizar mais e ir soh de bus, gastando apenas 2,30
huauhauhauhuah


Expresso Aeroporto
Expresso Aeroporto custará R$ 3,4 bi e só fica pronto em 2010 A solução para ligar de forma rápida e segura o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), ao centro da cidade de São Paulo, o Expresso Aeroporto, deverá consumir R$ 3,4 bilhões e só ficará pronto em 2010. O projeto está em andamento e em setembro acontece uma audiência pública a respeito do tema. Segundo o secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, a licitação deverá estar concluída até o final deste ano e, se não houver contratempos, em maio de 2008 será conhecido o responsável pela obra. Existe outro porém além das questões técnicas, de acordo com o governador José Serra (PSDB). "O trem é viável com a participação do governo federal, participação do Estado e iniciativa privada", afirmou o governador. "Se todos entrarem com recursos o governo do Estado está disposto a participar", disse. O cálculo de R$ 3,4 bilhões não inclui apenas o trajeto do expresso aeroporto em si. Para sair do papel, entretanto, ele precisa de outras obras, como a reformulação da linha F (da forma como está, praticamente deteriorada, é inviável fazer uma linha exclusiva para Guarulhos), ramal G (com destino à Guarulhos, hoje inexistente) e modernos veículos que darão a característica de "metrô de superfície" ao projeto, segundo Portella. Isolada, a obra do Expresso Aeroporto consumirá R$ 1,7 bi. As demais, outro naco considerável de R$ 1,7 bi dos R$ 3,4 bilhões. Como Serra afirmou ser impossível o governo do Estado bancar tudo sozinho, a intenção da equipe do tucano é angariar R$ 580 milhões de investimentos diretos dos cofres federais. Outros 45% do bolo (pouco mais de R$ 1,5 bi) serão bancados
pelo governo federal e os 38% restantes (cerca de R$ 1,4 bi) serão desembolsados pela iniciativa privada. Para isso o governador e sua equipe pretendem se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e recém-empossado ministro da Defesa, Nelson Jobim. Portella foi enfático ao afirmar a importância da participação do governo federal. "O governo federal tem que participar. O sistema sobre trilhos de São Paulo transporta 75% de todos os passageiros de trens no Metrô e CPTM e o governo federal não coloca um tostão. É o único sistema que ele [governo federal] não põe dinheiro algum", disse. Para atrair investimentos o governo estadual pretende implantar a linha por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada). Ainda segundo Portella, verbas para o Expresso Bandeirantes --um outro trem ligando o aeroporto de Viracopos, em Campinas (95 km), a São Paulo-- também serão requisitadas durante a reunião com o presidente Lula e sua equipe. Ele avalia que o diferencial do trem que deverá seguir num trajeto parecido com o que faz atualmente a rodovia dos Bandeirantes, é a possibilidade de transporte de cargas. Se a proposta vingar, segundo o secretário, poderá significar a retirada de caminhões que hoje trafegam por vias como Bandeirantes e marginais Tietê e Pinheiros. "A grande atração do ponto de vista comercial será o movimento de cargas. O grande interessado disso tudo é a Infraero (estatal que administra os aeroportos do país). Ela tem um interesse muito grande no movimento de cargas entre Viracopos e Cumbica. Com isso a gente faz a junção total e a carga que hoje vem geralmente por caminhão pode vir de trem", afirma. O projeto, entretanto, ainda não está detalhado.


Fonte: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=258576&tid=2546193678423879148&na=4&nst=1&nid=258576-2546193678423879148-2546302349626483457

Hahaha, tow pagandooo pra ver.......

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